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Como criar uma política interna de uso de IA na clínica
Equipe Psicofly

Como criar uma política interna de uso de IA na clínica

Transforme uso eventual de IA em regra mínima de seguranca, revisão e responsabilidade para toda a equipe.

12 de fevereiro de 20262 min de leitura

Quando a IA entra na rotina sem regra, cada pessoa decide sozinha o que pode enviar, revisar e salvar. Isso aumenta risco técnico, operacional e reputacional.

Uma política interna não precisa ser longa. Precisa ser objetiva o bastante para orientar comportamento.

O que essa política deve cobrir

  • quais usos são permitidos
  • o que não pode ser enviado
  • quando a revisão humana e obrigatoria
  • quem responde por cada etapa
  • como registrar incidentes e ajustes

Estrutura mínima

  1. Defina casos de uso iniciais de baixo risco.
  2. Liste dados que não devem entrar em prompts.
  3. Exija revisão humana antes de salvar ou compartilhar.
  4. Documente responsáveis e fluxo de exceção.

Erros mais comuns

  • liberar uso sem treinamento mínimo
  • confundir apoio operacional com decisão clínica
  • não criar regra para equipe nova
  • achar que bom senso substitui processo

Checklist

  • A política cabe em uma pagina?
  • A equipe sabe o que e proibido?
  • Existe regra de revisão humana?
  • O uso de IA está alinhado a privacidade e acesso?

FAQ

Política de IA e só para clínica grande?

Não. Quanto menor a equipe, mais importante ter regra simples e clara.

Vale bloquear tudo no início?

Normalmente não. Melhor comecar pequeno, com critério e supervisao.

IA pode entrar no prontuario direto?

Não sem revisão humana e sem processo claro de responsabilidade.

Próximo passo

Leia IA para psicólogos na prática, revise o que não colocar em prompts clínicos, conecte com LGPD na prática e veja como a Psicofly organiza esse fluxo.